quarta-feira, 30 de setembro de 2009

IMPACTOS AMBIENTAIS CAUSADOS POR USINAS HIDROELÉTRICAS NA REGIÃO - POR ALINE ARALDI



O Brasil é o terceiro maior país do Hemisfério Ocidental em consumo de energia, perde somente para Estados Unidos e Canadá, e é também considerado hoje um dos maiores países em produção de energia, dentre elas podemos destacar: Energia fóssil (Petróleo); energia eólica, energia solar, energia mineral e energia hidroelétrica.

De todas as energias renováveis que possuímos hoje a que mais se destaca com certeza é a energia hidroelétrica, alem de ser uma das maiores em fontes de energia renovável que possuímos em nosso país é também a que mais gera polemicas pelas questões sócio-ambientais.

Os impactos causados pelas usinas muitas vezes tem grandes proporções, áreas de quilômetros de florestas são inundadas para que o reservatório da usina possa formar-se, animais perdem seu habitat natural e muitas vezes não conseguem sobreviver, sem contar nas famílias que perdem suas casas, sua cultura, muitas vezes cidades inteiras ficam embaixo da água em prol da construção de usinas hidroelétricas.

Em nossa região temos o exemplo da Usina de Salto Santiago administrada pela Tractebel Energia S.A, localizada entre os municípios de Rio Bonito do Iguaçu e Saudade do Iguaçu. O enchimento de seu reservatório iniciou em setembro de 1979 e atingiu uma extensão de ordem de 80 Km de extensão com uma área aproximada de 208 Km². O processo de uso do solo gerou grande alteração do ecossistema e contribui para o desaparecimento local de varias espécies de mamíferos existentes anteriormente na área.

Contudo a Usina de Salto Santiago mantém o monitoramento e controle ambiental, para mitigar ou compensar os impactos decorrentes do uso dos reservatórios, programas como a ictiofauna (fauna dos peixes) que tem sido desenvolvido em prol de manter a fauna dos peixes em constante equilíbrio na área do reservatório, manejo da fauna e flora do reservatório, onde mais de 577 mil mudas vegetais de espécies nativas foram plantadas nas margens e ilhas.

Porem esses programas apenas minimizam todo o impacto que foi causado, por isso devemos usar a energia com consciência ou buscar fontes alternativas de energia que não causem tantos danos sócio-ambientais para que cada vez menos usinas hidroelétricas precisem ser construídas e o meio ambiente seja cada vez menos degradado pelo ser humano.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

PORTAS ABERTAS A CONSERVAÇÃO

A cidade de Curitiba sediou na última semana mais um Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação. Oportunidade para o Paraná demonstrar suas ações entre as quais, a importância da Lei do ICMS Ecológico – que repassou R$ 487 milhões para 133 municípios paranaenses que mantêm mananciais de abastecimento público e Unidades de Conservação preservadas. Vale lembrar que o incentivo foi implantado e serviu como exemplo para 18 estados brasileiros. Aumentamos o número de Unidades de Conservação abertas a visitação, de 17 no ano de 2003, para 27 em 2008. Investimos mais de R$ 20 milhões para garantir a conservação dos recursos naturais em nossas áreas protegidas – parques, estações ecológicas e reservas biológicas.Deste total, R$ 12 milhões foram destinados a aquisição de áreas transformadas em parques como, por exemplo, o Jardim Botânico de Londrina e o Parque Ambiental Anibal Khury, em Almirante Tamandaré. Também destinamos recursos para ampliar áreas importantes, formando um mosaico de Unidades de Conservação. O Parque Estadual do Pico do Marumbi teve sua área ampliada em quatro vezes. Além disso, mais de R$ 1,2 milhão foram direcionados à compra de equipamento para educação ambiental e manutenção das unidades, além de veículos de apoio, tratores e barcos para fiscalização das áreas protegidas.Outra importante ação é o trabalho realizado pioneiramente pelo Paraná para a retirada de espécies exóticas das unidades de conservação. O Paraná foi o primeiro Estado brasileiro a regulamentar a retirada destas espécies com portaria 192/2005 do IAP que permite a extração das espécies exóticas de Unidades de Conservação. Também foi pioneiro em publicar uma lista com 57 espécies de plantas e 26 de animais considerados exóticos aos ecossistemas paranaenses.Ações como estas - realizadas pelos técnicos do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) – demonstram que o Paraná está no caminho certo, conquistando uma mudança de valores e paradigmas no que diz respeito as suas Unidades de Conservação. Isso porque, além das medidas técnicas e políticas, a sociedade, tem participado cada vez mais deste trabalho, visitando os nossos parques e Áreas de Proteção e atuando, muitas vezes, como voluntários e concretizando um processo modelo de gestão compartilhada.
Um forte abraço e até a próxima semana!Rasca Rodrigues secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos

Uso consciente, por Datinny Lauana Fiorese


A água é um recurso não renovável, onde apenas 0,007 % da água disponível é própria para o consumo humano, sendo que desses 8% é destinado ao uso individual, ou seja, uso domestico.

Um bem tão precioso, sem o qual não existiria vida, desperdiçado sem a menor consciência geralmente em ações tão banais, como uma simples lavagem de calçadas aonde podem ser desperdiçados litros e litros deste liquido. Pode parecer irrelevante, mas imaginem em uma cidade de 35 mil habitantes como Dois Vizinhos, se cada dona de casa for lavar sua calçada uma vez por semana quantos litros de água tratada vão parar nas bocas de lobo? E por consequência no esgoto da cidade, comprometendo ainda mais sua qualidade? Quantas famílias do interior que não possuem água tratada poderiam fazer uso desse recurso?

O problema torna-se ainda mais critico em épocas de estiagem como a que ocorreu no final de 2008 inicio de 2009. Nessa época muitas famílias ficaram sem água até mesmo para beber. É somente nessa hora que muitos percebem a complexidade do assunto, e a falta que esse bem fará se sua qualidade for totalmente comprometida chegando ao ponto de não poder mais ser consumida.

A Sanepar analisando a gravidade da situação teve que adotar uma medida mais agressiva para com a população local, vendo que os cidadãos continuavam a fazer uso irracional da água, a mesma se viu obrigada a ameaçar aplicar multas nas pessoas que mantivessem o habito de lavar suas calçadas, para dessa forma tentar controlar o desperdício. Felizmente segundo a Sanepar não ocorreu nenhuma autuação, pois a população entendeu a necessidade de controlar seu consumo, dessa forma a estação de tratamento pode manter sua distribuição.

Esse fato não ocorreu somente em Dois Vizinhos, muitas outras cidades da região tiveram que adotar a mesma medida.

Falar em preservação, uso racional e sustentável dos recursos naturais já se tornou uma prática comum nos dias atuais, faz-se necessário colocar em pratica através de pequenos atos que darão inicio as grandes transformações, que devem ser assumidas por todos. Conjunções verbais não vão melhorar a qualidade da nossa água, ou pelo menos mantê-la nas condições atuais, nem vão impedir catástrofes, muito menos salvar o que resta da nossa casa o Planeta Terra.










Fonte: World Resources Institute, ONU;

Sanepar Dois Vizinhos, PR.

Correção artigo - Bruno Gabriel Thomazoni

Olá pessoal,
os professores Augusto e Marcelo encontraram um erro no meu artigo, portanto estou aqui para corrigi-lo.
Da forma como eu postei, "80 amostras coletadas, 30% foram reprovadas", dá a entender que 30% da água distribuída pela SANEPAR foi reprovada.. mas nao.
30% das amostras coletadas foram reprovadas, isso inclui Sistema de Abastecimento de Água, Solução Alternativa Coletiva e Solução Alternativa Individual.
Peço desculpas aos colegas pelo equívoco.

Att. Bruno Gabriel Thomazoni

domingo, 27 de setembro de 2009

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA - DIEGO CAMPANHOLLO


Nem todas as pessoas agem da forma correta com o lixo gerado diariamente, o recolhimento seletivo dos materiais “orgânicos, recicláveis e rejeitos” é um grande passo para a conscientização de inúmeros problemas de saúde, ecológicos, ambientais (água, ar e solos) ocasionados no nosso dia-a-dia.
O Programa de Coleta Seletiva no Município de Francisco Beltrão foi criado 01 de junho de 2007, pelas Secretarias de Meio Ambiente e Agricultura e Secretaria de Urbanismo. No ano de 2001 o município construiu o aterro sanitário na comunidade de Menino Jesus. Este aterro atende todas as normas ambientais e serve de modelo para o Estado do Paraná.
Para que a vida útil deste aterro não seja tão curta se faz necessário o bom desempenho da coleta seletiva, ou seja, recolher todo material ”170 toneladas/mês” reciclado para ser processado ou destinado adequadamente, evitando que tenha como destino o aterro sanitário. A coleta dos materiais é de responsabilidade da Associação dos Catadores de Papel que é conveniada com a Prefeitura Municipal. E através de parcerias fornece recursos para aquisição de caminhões, carrinhos de coleta, embalagens e demais utensílios e bens utilizados no processo de separação dos materiais reciclados. A coleta seletiva abrange todo o município sendo que 18 bairros da cidade de Francisco Beltrão.
O processo de classificação do lixo é selecionado por sua composição química, que podem ser divididos em: materiais orgânicos ou inorgânicos, por sua natureza física: seco ou molhado e pelos riscos potenciais à saúde pública e ao meio ambiente como materiais perigosos não inertes ou inertes.
Alem de conviver em uma cidade com aparência organizada, trabalhar ecologicamente correto não é uma obrigação de todos é apenas um meio de costume individual para termos qualidade de vida. Dessa forma, quanto mais se recicla menos se toma da natureza.




Nova cede do depósito de material reciclável está sendo terminado, pois o local se encontra em céu aberto no ano de 2009.











sábado, 26 de setembro de 2009

Áreas Verdes em Dois Vizinhos

Quando falamos de vegetação em um centro urbano, só pensamos na purificação do ar. Poucos pensam nos inúmeros benefícios proporcionados pelas árvores.
Atualmente quando se trata de reformas urbanas como alargamento de vias, conserto de encanamentos, manutenção da rede elétrica, construções e reformas de edificações residências comerciais e até mesmo institucional, verificamos que as árvores das ruas e avenidas continuam sendo cortadas, e até mesmo eliminadas.
Aproximadamente uns dois anos atrás foram arrancadas todas as árvores que existiam nas principais avenidas de Dois Vizinhos por motivos de estética, no entanto quando foi tomado à decisão de arrancá-las houve rejeição por parte da população, simplesmente o que parecia, é que as pessoas que tiveram esse iniciativa não tinham conhecimento de que arrancando estas árvores a qualidade do ar diminuiria, não teria mais assombreamento, a absorção de ruídos no comércio seria maior, aumentaria o calor do sol, estas árvores agiam simultaneamente sobre o lado físico e mental do homem, além de desempenhar um papel fundamental na paisagem urbana, pois constituem um espaço dentro do sistema urbano onde as condições ecológicas se aproximam das condições normais da natureza.
Entretanto existem na da cidade alguns espaços de lazer. São lugares bastante arborizados, porém pouco organizados de modo que a população não freqüente, como exemplo o parque ecológico, localizado no centro da cidade.
Enfim a pesquisa e o desenvolvimento são ferramentas importantes para evolução do planejamento, adequação implantação do manejo de árvores urbanas. Em consequência disso, aumentam a qualidade de vida da população e as condições de sustentabilidade do ambiente urbano.

Ana Carla Basso.

Árvores Exóticas na Arborização Urbana em Francisco Beltrão-PR, Por Andressa Reolon

A arborização nas cidades exerce um papel muito importante, pois age diretamente no bem estar da população, reduzindo significativamente os níveis da poluição atmosférica e sonora, sem esquecer também a diminuição da temperatura nas épocas mais quentes do ano. A princípio poderia continuar falando da real importância da arborização em qualquer centro urbano, principlamente nos dias atuais, onde as questões sobre meio ambiente são desafios urgentes que precisam ser enfrentados, contudo temos que ter em mente, que estudos sérios e pesquisas bem elaboradas devem ser desenvolvidos no sentido de propiciar uma arborização das áreas urbanas que venham a somar um melhor bem estar e diminuir os impactos ambientais causados principalmente pela poluição provocada pelo excesso que o homem criou.
Quando me refiro em arborização de cidades levo sempre em consideração três primissas: As espécies que podem ser plantadas; As características ecológicas do ambiente e o impacto que estas espécies (árvores) podem causar a médio e longo prazo ao ambiente.
No município de Francisco Beltrão a arborização nas vias públicas (passeios e praças) foram feitas ao longo do tempo sem uma real preocupação com as características ecológicas do ambiente. As espécies plantadas são na sua maioria árvores exóticas, que se adaptaram ao clima e ao solo da região, mesmo que em um primeiro momento não consigamos perceber os efeitos negativos que estas espécies exóticas causam eles existem e são potencialmente perigosos para as espécies nativas, pois temos um fenômeno ecológico chamado alelopatia que pode levar a extinção de espécies nativas ou a sua diminuição drástica, causando um desequilíbrio ecológico de grande impacto ambiental.
Um dos grandes problemas da ecologia e da botânica atual é a falta de pesquisas e estudos concretos a respeito do reflorestamento urbano. Este fenômeno é universal, não sendo exclusivo deste ou daquele município, estado ou país, em muitos lugares podemos encontrar situações ecológicas conflitantes onde espécies não nativas são plantadas em detrimento de espécies nativas, levando a sérios problemas ambientais, econômicos e muitas vezes pondo em riscos a saúde da população em seu entorno (muitas espécies exóticas podem favorecer o aparecimento de insetos nocivos). Ecológicamente falando pode se afirmar que as espécies vegetais exóticas por mais bem adaptados que sejam, representam uma ameaça ao equilibrio do meio ambiente natural, visto que duas espécies irão competir pelo espaço existente e pelos recursos minerais do solo.
Quando os governantes e a própria sociedade compreenderem que a tênue linha do desequilíbrio ambiental for ultrapassada, o homem será a principal vítima de sua própria ignorância e/ou falta de conhecimento. Portanto pesquisas e investimentos nas áreas de biologia vegetal, ecologia e silvicultura urbana devem ser preconizadas, em contra partida, teremos um melhor e maior conhecimento na área de paisagismo e reflorestamento de ambientes urbanos, e que consequentemente teremos uma melhor qualidade de vida em nossas cidades.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Áreas Verdes da Unisep (Chaiane Mara de Oliveira)

Diante de tantos estudos, informações e comentários sobre o meio ambiente, principalmente em relação à preservação e cuidados fazem necessário prestar atenção ao meio em que vivemos como este esta distribuído, organizado, que tipos de espécies vivem neste local, pois um espaço como este pode ser considerado um atrativo para os que passam, visitam e ou convivem.
Então no Campus da União de Ensino do Sudoeste do Paraná (UNISEP), em Dois Vizinhos, Paraná, inaugurada em junho de 2001, possuindo uma área 1.040.000 metros quadrados de extensão, sua estrutura, desde o portal de entrada percebe-se uma área verde que entre os tijolos e pedras fazem à diferença deixando o local mais harmonioso, pois encontramos neste espaço varias espécies de plantas, árvores exóticas como o eucalipto (eucalyptus), e não exóticas como o pinheiro- do- Paraná (Araucária angustifólia), sendo uma conífera dióica polinizada pelo vento, foi submetida à exploração ostensiva desordenada durante o final do século XIX o que a levou quase a extinção, onde o eucalyptus representa uma ameaça potencial a floresta nativa devido a grande a capacidade de invasão modificando o ecossistema, e também tem árvores de pequeno porte com a finalidade principal de embelezar o estabelecimento de ensino, sem contar com sua contribuição ao meio ambiente.
Por outro lado há alguns descuidos com uma área mais retirada do campus, onde teríamos que executar serviços como implantação e conservação dos jardins das áreas comuns do campus, conservar área gramadas e arborizadas comuns e de unidades de órgãos da universidade, fornecimento de orientação técnica e acompanhamento para elaboração e implantação de jardins, manejo da área de preservação permanente do campus e em alguns lugares deveria haver a exigência de replantio de árvores.
Em vista disso percebe-se que podemos melhorar está área utilizando técnicas de conservação e recuperação dentro das leis ambientais servindo como modelo e incentivo a sociedade em relação à preservação do meio ambiente através de parcerias com escolas, entidades publicas e privadas e até mesmo com o curso de Engenharia Ambiental, criando um ambiente mais equilibrado e limpo.

PROGRAMA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL EM DOIS VIZINHOS - PR

O desmatamento das florestas atinge a cada dia uma dimensão que nao se tem estimativas mas acredita que pra cada 100.000 habitantes existe 1ha (hectare) desmatado por dia, cerca de um campo de futebol. O municipio de Dois Vizinhos, Paraná, atua com o programa de proteção ambiental para que tal problema seja de algum modo revertido, assim, como medida paliativa e de curto prazo há necessidade de se implementar no Município ações de concientização aos moradores.
O municipio tem em proporção territorial 23,66% da mata exigida pela lesgilação. Porém, desses somente 16,15% é de APP e 7,51% são correspondentes a Mata Ciliar, tendo assim um déficit de 3,85% da APP, para estar de acordo com as normas da legislação ambiental, que obriga ao proprietário 25% de suas terras para áreas de preservação sendo através de APP (área de preservação permanente) ou RL (reserva lagal). Com tudo, esse percentual está acima da média em relação a outras cidades, e pode se considerar um dado razoável, mas assim mesmo o desmantamento de áreas de preservação seja ela permanente ou de reservas ainda continuam sendo ocorrendo.
Devido ao desmatamento e demais problemas ambientais, está sendo analizada a situação atual dos recursos hídricos da cidade, onde o desequilíbrio ambiental pode afetar a qualidade da água local e afetar a oferta de água, tais áreas estão protegidas por lei com APPs de acordo com o Código Florestal lei 4.471-65, cobertas ou não por vegetação nativa com a função ambiental de preservar os recurso hídricos e também a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar da população.
A secretaria do meio ambiente de Dois Vizinhos, está com um projeto de preservação e restauração das matas ciliares. O municipio disponibilizou para os produtores rurais 100.000 mudas de mudas atravez de fomento e com o auxilio de profissionais tecnicos para que essas mudas tenham o destino certo. Com isso o municipio espera dentro de 2 anos para estar dentro da lesgilação ambiental.
Portanto, os recursos hídricos são um bem de todos e não somente através de projetos é que sua vitalidade se manterá mas também com a consciência de todos. Devemos preservar o meio ambiente, pois é dele que tiramos o nosso sustento, e deve ser usufruido de forma racional, no município estão sendo implantados programas e propostas, das quais é preciso estabelecer uma nova forma de pensar e agir, inclusive mudando hábitos, usos e costumes, onde se promova a proteção dos mananciais que ainda estão conservados e a recuperação daqueles que já estão prejudicados, mais isto apenas não basta, é preciso fazer muito mais para alcançar este objetivo, deve-se tratar a água como uma prioridade social e ambiental.

ACADÊMICA: ALAIS GONZATTI
CURSO: ENGENHARIA AMBIENTAL - 6º PERÍODO

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Fauna de Salto do Lontra

(Heverlin Giselly de Andrade)


Antes mesmo da colonização a fauna já era alvo de caça, praticada pelos nativos que habitavam a região, como forma de subsistência. Já quando começou a colonização e o desmatamento ocasionado com objetivo de transformar a mata em lavoura, gerou impacto direto sobre a fauna, que é habitat natural das espécies que a habitavam. A fauna é de grande importância para o equilíbrio do ecossistema, sendo esse sistema composto pelos seres vivos e o ambiente os quais se relacionam.
A fauna de Salto do Lontra ao longo dos anos sofreu e ainda vem sofrendo alterações gradativas, por consequencia da expansão da agricultura e pecuária para o aumento do potencial econômico da região, causando um impacto direto do homem sobre a fauna nativa lontrence. A caça indiscriminada nos leitos de rios e sangas, também contribui para diminuição de espécies terrestres e aquáticas.
Ainda hoje existem varias espécies de animais silvestres em nossa região, entre esses podem ser destacadas o graxaim, gato do mato, irara, lebres, capivaras, lagartos e algumas espécies de cobras, alem de pássaros e insetos. Também tem se observado a diminuição ou quase extinção de outras, que é o caso da lontra, animal que deu origem ao nome do município. Com toda essa degradação ao meio ambiente houve o aparecimento de novas espécies. Como por exemplo, o “rato paca”, algumas espécies de pássaros, insetos e outros.
Algumas mudanças já são visíveis, como o aumento de formigas cortadeiras, a mosca do chifre e outros insetos, ocasionados pelo desequilíbrio na cadeia alimentar e ambiental desse bioma. Problemas esses que não afetam apenas a fauna e a flora, mas sim a nós diretamente.
A fauna nativa é alvo da caça como pratica esportiva, muitas vezes feita de forma predatória. Outro problema é a introdução de animais exóticos os quais desequilibram a cadeia alimentar, muitas vezes são adquiridos como animais de estimação sem o mínimo de conhecimento sobre a espécie, que posteriormente acabam sendo soltos na natureza. Sem o controle natural entre as espécies do habitat e o aparecimento de espécies invasoras, gera cada vez mais desequilíbrio.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Revegetação de Matas Ciliares Regionais

Com a crescente conscientização e com o avanço das leis que norteiam as ações antrópicas sobre as matas ciliares, comumente encontramos ações de recuperação e/ou enriquecimento de matas ciliares degradadas, as quais com intuito aparente de conservar a biodiversidade de flora e fauna e na preservação da qualidade da água, mas o principal motivo que alavanca estas ações são para salvaguardar interesses legais e de mercado.
Através destas ações órgãos governamentais de fomento florestal com parceria de empresa privadas efetuam levantamentos e estudos florísticos, estruturais, edáficos, faunísticos e de adequações silviculturais, para definir quais as espécies adequadas a serem inseridas naquele meio de acordo com cada caso, abrindo através destes estudos um leque para novas áreas de trabalho e demandando de profissionais da área ambiental.
A revegetação natural é sem duvidas, o procedimento mais barato e menos oneroso, mas em áreas com alto nível de degradação ou por fatores limitantes é necessário o enriquecimento das matas através de ações mitigadoras, que deverão sempre ser embasadas em estudos de caso.
A preferência na revegetação e/ou enriquecimento de matas ciliares degradadas é dada a espécies nativas, pois estas por sua vez contribuem significativamente na conservação da biodiversidade regional, protegendo e expandindo as fontes naturais de diversidade genética da flora e da fauna. Em apenas casos peculiares recomenda-se utilizar espécies exóticas para a revegetação, a exemplo de áreas de perturbação ou para áreas o qual objetivo seja para fins comerciais, atendendo sempre as legislações vigentes.
Foto do dia do Meio Ambiente em Pato Branco onde crianças de escolas Municipais com apoio da Prefeitura Municipal, através do Dp. de Meio Ambiente efeturam o reflorestamento de uma mata ciliar regional, com o intuito de diciminar a educação Ambiental e conservar a biodiversidade da região.
Acadêmico: Dionatan Jr. Spigosso
Eng. Ambiental Turma "a"


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

ÁGUA: CONSUMO CONSCIENTE - Por Carlos Henrique Marconi



O futuro de boa parte da humanidade pode ser comprometido pela falta do mais básico dos bens, a água. Apesar de 2/3 do nosso planeta ser constituído por água, a quantidade de água potável apta ao consumo humano esta ficando cada vez mais escassa, somente uma pequena parcela dessa quantia pode ser aproveitada para o consumo. Se isso não bastasse, o desperdício de água tratada é ainda algo frequente. Evitar o desperdício é algo fundamental.


De forma geral é grande o desperdício de água, um exemplo é a forma que a água é utilizada na lavagem da louça em nossos domicílios, geralmente de forma corrente sem controle, nem preocupação com a economia, você não deve ser o único a fazer tudo, compromisso é uma via de mão dupla, se cada um fizer sua parte com pequenas ações o desperdício tende a zero e a lucratividade com a economia da água se tornara visível. Exemplos de ações que podem reduzir o desperdício, antes, de lavar a louça limpe-a e as deixe de molho, feche a torneira enquanto ensaboa a louça, se usar maquina de lavar louça só a ligue quando estiver cheia, de preferência à utilização de sabão e detergentes biodegradáveis, que poluem menos por se decomporem mais facilmente, não jogue óleo de frituras na pia, um litro de óleo contamina 1 milhão de litros de água o suficiente para uma pessoa usar durante 14 anos. Isso acontece porque o óleo impede a troca de oxigênio e destrói todos os seres vivos como plantas, peixes e microorganismos. Uma forma de economizar é manter a torneira aberta somente enquanto enxágua a louça, isso pode trazer uma economia de até 160 litros a cada lavagem, considerando uma família de 4 pessoas.


A ONU redigiu um documento em 22 de março de 1992 - intitulado "Declaração Universal dos Direitos da Água" neste mesmo o artigo 3º declara que – “Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia”.


Agindo assim com racionalidade, precaução e uso consciente da água sem geral desperdício, além de colaborar com o meio ambiente, você estará permitindo que ele te trate da forma que você o trata, porque ninguém pode voltar e criar um novo início, mas todo mundo pode começar hoje e criar um novo final.

sábado, 19 de setembro de 2009

DEGRADAÇÃO MUNICIPAL NO RIO LONQUEADOR

Acadêmico: João Fernando Bortot

DEGRADAÇÃO MUNICIPAL NO RIO LONQUEADOR

A degradação ambiental no município de Francisco Beltrão vem acarretando uma diminuição da qualidade de vida de toda uma população. Sutilmente os recursos naturais vêm diminuindo e projetam seu efeito danoso no agravamento das condições de vida do homem, sendo uma das principais causas a poluição dos rios, podendo ser por introdução de materiais químicos, físicos e biológicos que alteram a qualidade da água e afeta o organismo dos seres vivos. Os tipos de poluição nos rios mais comuns no município, são as causadas pelo lixo residencial ou industrial, produtos químicos e pela sujeira dos esgotos industriais.
Em específico o rio Lonqueador, em seus 8Km de extensão, vem sendo uma das principais áreas de degradação municipal, sendo este poluído por diversas formas, tais quais podemos destacar: a presença de famílias instaladas em suas margens, a ejeção de produtos químicos e a forma mais clássica que vem sendo vista que é a deposição de garrafas pet, sacolas e latinhas no decorrer de seu percurso.
Esta degradação vem acarretando varias consequências para a cidade, além de evidenciar uma cidade poluída, pela localização central do rio no município, vem causando em dias quentes, um odor desagradável. Em dias chuvosos, mesmo parte dele sendo canalizado, algumas áreas ainda sofrem com as enchentes, principalmente em áreas aonde existe famílias instaladas em APP, pois devido a sujeira jogada no rio, há também o entupimento de valas e a falta de dragagem. Existem empresas que pela falta de fiscalização e de uma maior conscientização, lançam produtos químicos ao longo do rio, aumentando ainda mais a degradação e qualidade das águas do meio ambiente.
Analisando todos os problemas encontrados neste rio, podemos destacar como forma de solução: vistorias técnicas periódicas, a maior e melhor dragagem do rio, a retirada das famílias que estão em APP, a limpeza dos dejetos depositados ao longo de seu percurso, com empresas comprometidas em realizar um trabalho adequado e completo e ainda uma maior conscientização populacional que irá fazer a grande diferença.

Árvore sintética pode ajudar no combate ao aquecimento global

Invenção de cientistas norte-americanos captura carbono até mil vez mais rápido que árvore de verdade. (Texto: Camila Pastorelli).
O professor da Universidade de Colúmbia, Klaus Lackner, está desenvolvendo o que apelidou de "synthetic tree" (ou "árvore sintética", na tradução para o português), capaz de capturar gás carbônico do ar com uma eficiência de até mil vezes, em comparação com as árvores reais - aquelas mesmas, com raiz, tronco e folhas.

O invento vem sendo desenvolvido pelo professor e sua empresa, a Global Research Technologies, desde 1998, e agora foi agora finalmente apresentado. A árvore sintética, que na verdade passa longe da ideia que temos de uma árvore, absorve gás carbônico do ar, comprimindo-o e o armazenando na forma líquida




A tecnologia, de acordo com Lackner, é parecida com o que já existe na captação de carbono em usinas de carvão. A vantagem é que, com tamanho e design flexíveis, a invenção do professor pode ser usada em qualquer lugar, de grandes fábricas a pequenas propriedades rurais.

Segundo o professor, uma única unidade da árvore sintética pode remover uma tonelada de gás carbônico por dia - quantia produzida por vinte carros médios nos Estados Unidos.

A remoção de uma tonelada custa cerca de 200 dólares. Não é muito barato, mas não é nada muito superior ao que as empresas que compram CO2 pagam por créditos de carbono.

Um protótipo de larga escala poderá ficar pronto em três anos. Lackner já conseguiu explicar seu invento para o secretário de energia dos Estados Unidos, Steven Chu, e agora busca o diálogo com o Departamento de Energia do país.


Fonte: http://revistagloborural.globo.com/GloboRural/0,6993,EEC1701812-1641,00.html.

Sal nas nuvens: alternativa contra o aquecimento global


Stephen Salter, um professor de engenharia, e John Latham, um físico especialista na atmosfera terrestre, estão colocando sal nas nuvens para mudar a forma com que elas refletem a luz do sol. O objetivo é tentar parar o aquecimento do planeta.
Segundo o diário britânico Telegraph, os estudiosos querem saber se é possivel modificar nuvens marinhas do tipo estrato-cumulus, que são baixas e bem comuns de serem encontradas. "Nós precisamos que elas reflitam cerca de 10% mais do que elas refletem hoje", afirma o professor Salter. Para Latham, o planeta enfrenta o maior poblema climático já visto, então é preciso pensar grande.
Os pequenos foguetes serão lançados para borrifar o sal nas nuvens. Quando as partículas chegam às nuvens, elas redistribuem a umidade, aumentando a refletividade. Como resultado, as nuvens devolvem mais luz solar ao espaço. Aproximadamente 300 desses foguetes serão colocados no mar por um navio na costa sul-africana.
No entanto, a ciência conhecida como geoengenharia é considerada perigosa por alguns por interferir no delicado ecossistema. A grande preocupalção em relação ao experimento de Salter e Latham é que alterar a estrutura e a densidade das nuvens em amplas áreas possa ter interferencias muito significativas no clima, podendo provocar, principalmente, a mudança no padrão de chuvas (já que o sal acelera as precipitações).


sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Arborização de Nova Prata do Iguaçu.

André Luís Grassi

O sistema de arborização de Nova Prata do Iguaçu possui hoje muitos defeitos, mas que com o tempo podem ser revertidos, através de empenho e esforço dos governos e da própria sociedade.
A vegetação além da função paisagística contribui em muitos outros fatores, como proteção contra ventos, sombreamento diminuição da poluição sonora e muitos outros itens que só contribuem para a sociedade.
Em nosso município, existe hoje um planejamento de arborização, mas no passado as pessoas pensavam mais no sombreamento e não na espécie acabavam plantando árvores de grande porte e com raízes pouco profundas e assim hoje vemos calçadas comprometidas e que muitas vezes acabam com grandes fissuras e deformações que em alguns casos acarretam até no corte de algumas plantas. Na calçada onde existe rede elétrica, as árvores a serem plantadas devem ser espécies de pequeno porte, obedecendo aos recuos necessários na calçada onde não existe a rede elétrica, podem-se utilizar espécies de médio porte, adequadas à paisagem local e ao espaço disponível.
Hoje vemos em nosso município uma variedade muito grande de espécies de árvores, mas entre elas destacam-se as exóticas como a grevinha que é uma árvore de pequeno porte, perene, com raízes pivotantes, e a estremosa também de pequeno porte e indicada para locais com fiação aérea. Mas vemos também algumas exóticas como a Canafístula e angico vermelho que são de grande porte não recomendado a plantação da mesma em ruas e devido a isto são mais utilizadas em praças.
O sistema de poda deve analisar a condição física e biológica da planta e feito conforme a espécie de cada uma, mas devido a falta de capacitação dos trabalhadores acabam reduzindo demasiadamente a copa e muitas vezes comprometendo a sombra e até mesmo a vida de certas espécies.Então após este estudo concluímos que a arborização do município de Nova Prata do Iguaçu deve ser tratado como um fator de prioridade buscando plantar espécies corretas e em locais apropriados.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Contaminação de aguas fluviais pelo uso de adubos quimicos

Contaminação de Águas fluviais pelo uso de adubos químicos.


Daniel Wauczinski.



Constantemente percebemos que em nossa região temos uma topografia razoavelmente ondulada, fazendo com que produtos químicos aplicados na lavoura, quando em excesso, possam ser mais tarde carreados por chuvas fortes e enchentes alcancem as águas fluviais, ou seja, contaminando, nascentes, córregos e diversos leitos da água e assim causando danos ao meio ambiente, alem de poder causar doenças, como o Câncer..
Os solos de nossa região são enriquecidos com adubos químicos, isso tem como objetivo, promover um bom rendimento na colheita. Porém, se os solos fossem preparados com uma adubação verde, do tipo aveia, nabo-forrageiro, os danos ambientais seriam significativamente menores, já que a cobertura verde traz segurança para o solo, por exemplo, em uma estiagem a aveia e o nabo ajudam a conservar a umidade no solo, dentre outros benefícios. Também esta pratica, pode evitar erosões, assim como contribui para a não lixiviação destes agentes químicos para os efluentes.
Numa analise de custo/benefícios, sabemos que estes adubos químicos melhoram a produtividade pois fornecem e garantem as melhores condições nutricionais para a planta, contudo seu uso indiscriminado, sem controle, ou sem orientação técnica, pode causar diversos problemas a saúde humana e a sustentabilidade ambiental.
Observa-se, que os nossos rios e nascentes estão sendo muito afetadas, com o uso excessivo de adubos químicos, pois as mudanças climáticas, alterando os ciclos produtivos têm evidenciado a contaminação dos lençóis freáticos e fontes de águas disponíveis para o consumo humano. Mas o que vem também prejudicando mais os efluentes são as pastagens, que geralmente são feitas onde a topografia do terreno tem maior declividade. Quando estas pastagens, com adubação excessiva, são acomedidas por elevados índices pluviométricos, este excedente químico, acaba por ser lixiviado até as águas fluviais mais próximas, contaminando-as e causando diversos impactos aos recursos naturais.
Para evitar esses danos ao nosso meio ambiente, uma solução básica seria o estabelecimento das APP (Áreas de Preservação Ambiental), por exemplo, os trinta metros de Mata Ciliar nas beiras dos córregos. Isso ajudaria conter a lixiviação e diminuir a poluição dos rios, gerando grandes benefícios para a humanidade e assim, presente e no futuro, poderemos desfrutar de uma boa qualidade de produção e águas fluviais com maior qualidade para o consumo humano.

APP de Nascentes de Água em Propriedade Particulares – Mecanismos de Incentivo


IVAN CARLOS BERTOLDO

As Áreas de Preservação Permanente (APP) têm a função de preservar os recursos naturais regional além de assegurar o bem estar e a qualidade de vida humana.
Fica clara a importância da existência das APP’s, mas é necessário levar em conta o fato de que na maioria das propriedades são utilizadas para Agricultura e Pecuária, práticas essas, amplamente difundidas até inicio dessa década.
Posteriormente, a preocupação ambiental e os efeitos da industrialização e escassez de recursos, fizeram com que surgissem projetos engajados na recuperação e preservação de áreas rurais, através de uma contribuição financeira a propriedades que dão ênfase ao meio ambiente.
No Sudoeste do Paraná, a maioria das propriedades Rurais é de pequeno porte, onde os produtores não possuem recursos que possa arcar com os custos tanto da legalização da propriedade perante aos órgãos ambientais, como o abandono de áreas que serão destinadas para APP, sendo necessária a elaboração de projetos político-ambientais, como por exemplo, os realizados pela Fundação O Boticário e os mecanismos do REDD.
A Fundação O Boticário, lançou em 2006 o projeto Oásis, premiando propriedades que realizam a preservação dos recursos naturais dos mananciais na região metropolitana de São Paulo, tem como diferencial dar apoio técnico além de financeiro as propriedades cadastradas. Atualmente. o projeto possui 617,9 ha em 12 propriedades protegendo 41.824 metros de rios e 75 nascentes.
Outro Projeto amplamente reconhecido é o mecanismo de REDD - Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação, esse mecanismo esta sendo implantado no estado do Acre e a um inicio nos estados de Mato Grosso e Amazonas, a principal idéia do projeto é premiar propriedades que estejam dispostas a realizar a preservação de suas áreas, buscando uma maior proteção de mananciais e solo, o mecanismo busca também realizar a recuperação de áreas que foram degradadas, e com isso as propriedades receberiam um retorno financeiro compensando a preservação do meio ambiente, essas colaborações financeira são efetuadas por países que compram os créditos de carbono ou por países que tem a preocupação de manter o meio ambiente preservado.
Como vimos se for realizada a implantação dessas alternativas que incentivam a preservação de áreas nativas, será possível conquistar resultados que contribuem significativamente na preservação do meio ambiente, sem que o produtor seja prejudicado, pois recebera uma contribuição financeira pelas áreas que se comprometeu a preservar, conseguiríamos assim diversos resultados como a manutenção da sustentabilidade, uma renovação no ecossistema, a conservação da biodiversidade regional, contribuindo para um melhor desenvolvimento da Flora e da Fauna, e colaborando significativamente na proteção dos solos e dos nossos recursos hídricos.

Fontes:
http://fazendapiedade.zip.net/

http://internet.boticario.com.br/Internet/staticFiles/Fundacao/Projeto%20Oasis/mini-folder_Oasis.pdf

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Coleta de Lixo ( Quedas do Iguaçu)

Segundo dados da Secretaria de Serviços Urbanos, Habitação e obras de Quedas do Iguaçu – PR, cerca de 95% da zona urbana é atendida pelo sistema de coleta convencional dos resíduos sólidos domiciliares (residenciais, comerciais e prestadores de serviços), sendo a coleta restrita à zona urbana. A coleta do lixo domiciliar está atualmente a cargo da Prefeitura de Quedas do Iguaçu, sendo realizada seguindo-se um roteiro fixado. O Município conta para esse tipo de serviço com 02 funcionários responsáveis pela coleta e 01 motorista por caminhão coletor, sendo que o Município possui 04 caminhões do tipo compactador destinados a coleta onde somente 03 trabalham diariamente, mantendo 01 de reserva em caso se necessidade. Os caminhões têm capacidade media de 10,00 m3 de lixo cada,

Os resíduos de construção civil (entulhos) são coletados na fonte geradora sempre que solicitado pela população, sendo exclusiva para a população situada na zona urbana. Nos serviços de capina, roçada, cortes de grama e outros, a coleta é realizada por um caminhão caçamba do tipo basculante, o mesmo utilizado na coleta de resíduos de construção civil.

Os resíduos dos estabelecimentos de assistência à saúde estão sendo coletados de forma distinta, por empresa privada, sendo enviados para tratamento e disposição final em local devidamente licenciado pelo órgão de controle ambiental competente e não é disponibilizado para disposição final o aterro sanitário municipal. Já os resíduos industriais ficam a cargos dos geradores, a prefeitura só recolhe os lixos semelhantes aos domiciliares.

Hoje também a prefeitura conta com o apoio de colaboradores de comunidades carentes, os quais ganham um “ carrinho” para a coleta de papel, papelão e plástico, que são enviados a empresa de reciclagem instalada na cidade.

O “resto” do lixo de sobra é disposto atualmente no Aterro Sanitário Municipal, situado na área denominada Projeto 2, parte do Imóvel Rio das Cobras, setor Pousada, zona rural do Município de Quedas do Iguaçu, a cerca de 16,5 Km de distância do centro da cidade. A área destinada para o deposito dos resíduos é de 42,00 m2, sendo adotado o métodos de valas.

O Município de Quedas do Iguaçu não dispõe de um Programa de Coleta Seletiva formalmente implantado, nem de uma Unidade de Triagem, trazendo prejuízos ao aterro sanitário uma vez que grande parcela destes materiais poderia ser desviada á reciclagem, trazendo grandes benefícios de ordem social e ambiental e também podendo contribuir para o aumento da vida útil do aterro sanitário.

consumo de água e sistema de coleta


Água, consumo e conscientização.
Com as altas temperaturas registradas durante este ano o consumo de água no sul e sudeste do país aumentou consideravelmente. Para a maioria dos moradores destas regiões as palavras economia e racionamento estavam sendo freqüentes nos veículos de comunicação.
Segundo a Sanepar, para evitar o racionamento em Curitiba, seria necessário que o consumo de água diminuísse 20%. Com uma campanha nesta região a redução no consumo foi de 5,29%. O gerente geral da Sanepar de Curitiba Antonio Carlos Gerardi também afirmou que para que os 20% fossem registrados cada morador deveria economizar 56 litros de água por dia.
A conscientização é uma das soluções que faria com que o desperdício diminuísse e outra provável solução seria através do abastecimento da água da chuva. A coleta deste tipo é comum em muitas partes do mundo como, por exemplo, na Uganda na África onde a água é geralmente recolhida dos telhados da casa e utilizada para beber, cozinhar, lavar roupa e vários outros fins. Os métodos para recolher água vão desde pequenos baldes ate grandes tanques. Nas casas de Uganda podem-se ver tambores do lado de fora com um pedaço pequeno de calha para recolher água.
Se a prática de coleta de água da chuva fosse adotada no Brasil 70% ou 80% das necessidades domesticas seriam satisfeitas com este tipo de abastecimento. Em regiões muito quentes como no sudeste do Paraná é comum utilizar de água tratada para regar plantas ou lavar calçadas, com a água coletada ficaria mais fácil.
Desde que se saiba usar, a água não ficará escassa, mas todos devem contribuir para que num futuro próximo esta causa não se torne uma preocupação ainda maior.

domingo, 13 de setembro de 2009

Áreas degradadas urbanas em municípios da região – Juliano Morelli

Casas construídas em área hidrómorfica (banhado).

Desde que se emancipou da cidade de Dois visinhos no dia 26 de abril de 1990. O Município de Cruzeiro do Iguaçu teve um intenso processo de degradação ambiental, pois o processo de urbanização em si já causa um grande impacto no meio ambiente, tais como, destruição de fauna e flora, poluição das águas e desequilibra o meio.

Dentro do perímetro urbano da cidade de Cruzeiro do Iguaçu localizam- se córregos e nascentes, os quais não têm a proteção mínima necessária que é a Área de Preservação Permanente (APP) que é uma faixa de mata nativa ou não de 30 m de isolamento para os córregos e 50 m de raio para as nascentes.

As margens desses córregos e nascentes estando sem a sua proteção devida ficam expostas a erosão e assoreamento dos pequenos rios, podendo causar inundações pelo transbordamento dos mesmos.

Nos locais onde deveria haver a proteção (APP), existem áreas residenciais, comerciais e agrícolas. Muitas vezes para viabilizar a implantação dessas áreas são utilizadas estratégias que burlam a lei ou simplesmente a ignoram, tais como a utilização dos mesmos muitas vezes para descargas de esgoto e lixo, desvios parciais ou totais de cursos hídricos e até mesmo a drenagem de córregos e nascentes.

Outro tipo de degradação que ocorre com frequência no município de Cruzeiro do Iguaçu é a construção de casas em áreas impróprias, como banhados. E em morros acima de 45° de inclinação, sendo essas áreas de risco e devidamente são destinadas como áreas de APP.

O crescimento desordenado traz vários consequências à sociedade como um todo, desde problemas de saúde até mesmo o de segurança, alem de degradar a fauna e flora da região.

Para que a urbanização cause o mínimo possível de degradação, é necessário que haja um planejamento prévio que visem à qualidade de vida da população, das ações a serem realizadas e o cumprimento de leis e normas visando não apenas o desenvolvimento, mas também uma harmonia ambiental para a atual e as futuras gerações.