terça-feira, 29 de setembro de 2009

PORTAS ABERTAS A CONSERVAÇÃO

A cidade de Curitiba sediou na última semana mais um Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação. Oportunidade para o Paraná demonstrar suas ações entre as quais, a importância da Lei do ICMS Ecológico – que repassou R$ 487 milhões para 133 municípios paranaenses que mantêm mananciais de abastecimento público e Unidades de Conservação preservadas. Vale lembrar que o incentivo foi implantado e serviu como exemplo para 18 estados brasileiros. Aumentamos o número de Unidades de Conservação abertas a visitação, de 17 no ano de 2003, para 27 em 2008. Investimos mais de R$ 20 milhões para garantir a conservação dos recursos naturais em nossas áreas protegidas – parques, estações ecológicas e reservas biológicas.Deste total, R$ 12 milhões foram destinados a aquisição de áreas transformadas em parques como, por exemplo, o Jardim Botânico de Londrina e o Parque Ambiental Anibal Khury, em Almirante Tamandaré. Também destinamos recursos para ampliar áreas importantes, formando um mosaico de Unidades de Conservação. O Parque Estadual do Pico do Marumbi teve sua área ampliada em quatro vezes. Além disso, mais de R$ 1,2 milhão foram direcionados à compra de equipamento para educação ambiental e manutenção das unidades, além de veículos de apoio, tratores e barcos para fiscalização das áreas protegidas.Outra importante ação é o trabalho realizado pioneiramente pelo Paraná para a retirada de espécies exóticas das unidades de conservação. O Paraná foi o primeiro Estado brasileiro a regulamentar a retirada destas espécies com portaria 192/2005 do IAP que permite a extração das espécies exóticas de Unidades de Conservação. Também foi pioneiro em publicar uma lista com 57 espécies de plantas e 26 de animais considerados exóticos aos ecossistemas paranaenses.Ações como estas - realizadas pelos técnicos do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) – demonstram que o Paraná está no caminho certo, conquistando uma mudança de valores e paradigmas no que diz respeito as suas Unidades de Conservação. Isso porque, além das medidas técnicas e políticas, a sociedade, tem participado cada vez mais deste trabalho, visitando os nossos parques e Áreas de Proteção e atuando, muitas vezes, como voluntários e concretizando um processo modelo de gestão compartilhada.
Um forte abraço e até a próxima semana!Rasca Rodrigues secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos

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