segunda-feira, 5 de outubro de 2009

GESTÃO DE RESÍDUOS NA UNISEP (DANIEL BENOSKI)


Gestão de resíduos na UNISEP
Com o desenvolvimento de centros urbanos e consequentemente o êxito rural, grande acúmulo de pessoas e consigo a industrialização passam a ser os grandes geradores de lixo, que poderiam ser reaproveitáveis. A isso surge o SGA (Sistema de Gestão Ambiental), onde diz respeito a um conjunto de atividades administrativas e operacionais inter-relacionadas para abordar os problemas ambientais atuais ou para evitar o seu surgimento.
Comunidades e empresas geradoras de algum resíduo devem se responsabilizar pelos seus passíveis ambientais, este é o caso da UNISEP, que por ser mais uma geradora de resíduos como tantas empresas, tem carência de formação e conscientização de seus integrantes quando se fala em dar o destino adequado a seus passivos, lançando-os muitas vezes no meio em que se situa, sem tratamento algum, contaminando, exaurindo as suas condições, repassando um marketing negativo a sociedade e aos seus integrantes que por sua vez buscam novas formas e oportunidades de reutilizar o que parece lixo.
Quando falamos em reciclar ou reaproveitar automaticamente temos economia, vários recursos utilizados em nosso dia-a-dia tem custos ambientais, como por exemplo, a água que por sua vez tem um custo de tratamento e de impacto ambiental, poderia ser aproveitada quando precipitada para higienização e outras utilidades do local. A UNISEP manteve um processo de destinação dos copos descartáveis utilizados por seus integrantes, criado por acadêmicos de Engenharia Ambiental onde os fundos arrecadados eram destinados as pessoas responsáveis pela faxina para que possam realizar suas confraternizações, outros resíduos são destinados a empresas de tratamento.
A demanda de lixo é desproporcional a oferta de recursos a estes poluentes, para isso é necessário o tratamento adequado, estabelecido no PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos) em conjunto com a Lei 12.493/99 que estabelece parâmetros sobre o gerador pagador. É necessário que se desenvolva projetos em conjunto com seus integrantes acadêmicos, pois sem treinamento não há sustentabilidade de processos práticos gerencias, para que se possa por em pratica diversas informações adquiridas, buscando um desenvolvimento apartir de sustentabilidade ambiental e economia destes recursos para que possamos viver em um “mundo melhor” em conformidade ao meio ambiente ecologicamente equilibrado.
AUTOR : DANIEL BENOSKI
CURSO : ENGENHARIA AMBIENTAL

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