
A Araucária Angustifólia, ou o popular Pinheiro do Paraná, pertencente à família das coníferas, constitui as chamadas Matas de Araucárias (Floresta Ombrófila Mista)(Figura 1.) localizadas na Região Sul do Brasil e em alguns pontos mais elevados da Região Sudeste, onde predomina o Clima Subtropical com invernos rigorosos, verões quentes, índices pluviométricos elevados e bem distribuídos durante o ano.
Originalmente esta formação possuía grande diversidade tanto vegetal quanto animal, sendo que muitas espécies eram endêmicas desta região como a própria Araucária Angustifólia. O domínio das Araucárias estendia-se por grande parte do Rio Grande do Sul e Paraná, hoje cobrem apenas 1,2% desta área (cerca de 40.774 hectares), dos quais apenas 0,22% está sobre preservação de Unidades de Conservação (UC). Sendo assim ela está extremamente ameaçada de extinção.
Porém, a Araucária Angustifólia seria a espécie mais indicada para o enriquecimento de uma mata nativa? Esta pergunta é complicada, pois há lados positivos e negativos. Segundo o site www.brasilescola.com a Araucária, não é considerada uma espécie pioneira, são espécies de grande porte, que podem chegar a ter de 25m a 50m de altura e troncos com até 2m de diâmetro, isto, e sua não ocorrência de flores impedem o crescimento de outras plantas ao seu redor fazendo com que a floresta fique esparsa e composta por dóceis muito baixos ou ralos, além de pouca variação de espécies.
Por outro lado, segundo NERONI, Rafaela de Fátima (2007) em pesquisa para FAPESP/USP a Araucária Angustifólia tem um importante papel no fornecimento de nutrientes para o solo, pois em suas raízes foram encontradas quantidades significativas de bactérias fixadoras de nitrogênio, como os grupos Pseudonomas sp. e Burkholderia sp. . Também segundo CARDOSO, Elke Jurandy (2004) em pesquisa para USP a Araucária faz parte de um ecossistema rico em diversidade vegetal e animal e possui relações muito fortes entre si. A perda desta espécie ou a falta dela traria uma série de conseqüências negativas para todo o ecossistema envolvendo até a perda de microorganismos abaixo da superfície.
Sendo assim, há duas abordagens. Se tratarmos de florestas “nativas” na visão de recuperação, principalmente APP, vemos que a Araucária de imediato não deverá ser inserida, pois inibe o crescimento de uma série de outras espécies que no início são mais importantes, logo neste período ela não enriquece a mata e sim atrasa seu desenvolvimento. Porém quando abordamos pelo lado de uma mata que já possui certo estágio de desenvolvimento, ou até mata que não foi alterada, a implementação da Araucária é sim muito importante pois é um “elo” de equilíbrio, que fornece nutrientes e integra todos os outros componentes daquele ecossistema.
Originalmente esta formação possuía grande diversidade tanto vegetal quanto animal, sendo que muitas espécies eram endêmicas desta região como a própria Araucária Angustifólia. O domínio das Araucárias estendia-se por grande parte do Rio Grande do Sul e Paraná, hoje cobrem apenas 1,2% desta área (cerca de 40.774 hectares), dos quais apenas 0,22% está sobre preservação de Unidades de Conservação (UC). Sendo assim ela está extremamente ameaçada de extinção.
Porém, a Araucária Angustifólia seria a espécie mais indicada para o enriquecimento de uma mata nativa? Esta pergunta é complicada, pois há lados positivos e negativos. Segundo o site www.brasilescola.com a Araucária, não é considerada uma espécie pioneira, são espécies de grande porte, que podem chegar a ter de 25m a 50m de altura e troncos com até 2m de diâmetro, isto, e sua não ocorrência de flores impedem o crescimento de outras plantas ao seu redor fazendo com que a floresta fique esparsa e composta por dóceis muito baixos ou ralos, além de pouca variação de espécies.
Por outro lado, segundo NERONI, Rafaela de Fátima (2007) em pesquisa para FAPESP/USP a Araucária Angustifólia tem um importante papel no fornecimento de nutrientes para o solo, pois em suas raízes foram encontradas quantidades significativas de bactérias fixadoras de nitrogênio, como os grupos Pseudonomas sp. e Burkholderia sp. . Também segundo CARDOSO, Elke Jurandy (2004) em pesquisa para USP a Araucária faz parte de um ecossistema rico em diversidade vegetal e animal e possui relações muito fortes entre si. A perda desta espécie ou a falta dela traria uma série de conseqüências negativas para todo o ecossistema envolvendo até a perda de microorganismos abaixo da superfície.
Sendo assim, há duas abordagens. Se tratarmos de florestas “nativas” na visão de recuperação, principalmente APP, vemos que a Araucária de imediato não deverá ser inserida, pois inibe o crescimento de uma série de outras espécies que no início são mais importantes, logo neste período ela não enriquece a mata e sim atrasa seu desenvolvimento. Porém quando abordamos pelo lado de uma mata que já possui certo estágio de desenvolvimento, ou até mata que não foi alterada, a implementação da Araucária é sim muito importante pois é um “elo” de equilíbrio, que fornece nutrientes e integra todos os outros componentes daquele ecossistema.
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